População de Guajará-Mirim é contra o fechamento ou a cessão da escola Durvalina Estilbem

sintero, 17/01/2017 09h50

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Foto: Secretaria de imprensa

A sociedade de Guajará-Mirim, através de representantes de diversos setores, iniciou uma grande mobilização contra o fechamento ou a cessão da Escola Estadual Durvalina Estilbem de Oliveira, uma das mais antigas e tradicionais da cidade.

No dia 20 de dezembro um grande encontro para tratar do assunto reuniu na Câmara Municipal estudantes, pais de alunos, trabalhadores em educação, representantes da Universidade Federal de Rondônia, Sintero, Conselho de Saúde, Associação dos Bolivianos, o prefeito, a secretária municipal de educação, representantes da própria Câmara Municipal, além de representantes de vários outros setores da sociedade.

Na oportunidade foi realizada uma audiência pública, quando a sociedade de Guajará-Mirim se manifestou veemente contrária ao fechamento da escola ou sua cessão para outros poderes.

Na reunião ficou decidido que a sociedade de Guajará-Mirim vai exigir do governo do Estado que a escola continue funcionando para atender o entino fundamental I (1º ao 5º ano) e ensino fundamental II (6º ao 9º ano); que a escola seja autorizada a realizar as matrículas e rematrículas para o ano letivo de 2017; e que a Seduc, através da Coordenadoria Regional de Ensino, explique os motivos que levaram à decisão de fechar ou ceder a escola, já que existe uma grande demanda na cidade.

Ainda durante a reunião ficou decidido que será encaminhado ofício ao Conselho Estadual de Educação denunciando a pretensão da CRE, e será solicitada uma reunião com o governador Confúcio Moura, para qual também serão convidados o o deputado estadual Neidson Soares, os vereadores, a Coordenadoria Regional de Ensino, o titular da Seduc, o titular da Secretaria Municipal de Educação, o prefeito, além de representantes da comunidade e dos trabalhadores em educação.

O propósito é cobrar a solução diretamente do governador, para que a comunidade escolar de Guajará-Mirim não seja ainda mais prejudicada.

No final da reunião foi aprovada uma Moção de Apoio à Escola Durvalina e uma Moção de Repúdio à CRE pela ausência da representante Léa Andrade de Moura.

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