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A direção executiva do Sintero atribui ao governo do estado, a culpa pela péssima avaliação no ensino nas escolas estaduais de Rondônia divulgado nesta semana, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e o MEC. O estudo, feito com base nos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), 2009, aponta que a avaliação das escolas públicas de responsabilidade do estado de Rondônia está entre as piores do país. Metade dessas escolas obteve nota abaixo da meta estipulada pelo governo federal. Para o presidente Interino do Sintero, Manoel Rodrigues, “a avaliação negativa das escolas de Rondônia é resultado da falta de compromisso do governo do Cassol com a educação”. O Secretário de Assuntos Jurídicos, Nereu Klosinsk, lamentou o péssimo resultado da pesquisa e disse que “com um governo que há quase oito anos massacra os trabalhadores em educação, o resultado não poderia ser outro”. Nereu, entretanto, disse que apesar da falta de atenção do governo de Rondônia com o ensino, trabalhadores em educação continuam a batalha para que a população tenha ensino de qualidade nas escolas públicas. Metas do Ideb Segundo a Assessoria de Imprensa do Inep/MEC, o instituto foi criado pelo Inep em 2007, em uma escala de zero a dez. Sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova - Brasil. A série histórica de resultados do Ideb se inicia em 2005, a partir de onde foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas não apenas pelo País, mas também por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países da OCDE. Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada em 2005 na primeira fase do ensino fundamental, para um Ideb igual a 6,0 em 2022, ano do bicentenário da Independência. Outras informações sobre a pesquisa, http://portalideb.inep.gov.br/
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