SINTERO repudia ameaças contra servidores da educação no distrito de Tarilândia
Entidade critica também a situação de insegurança vivida por alunos e professores da escola
O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) manifesta profunda preocupação diante dos graves acontecimentos registrados na Escola Estadual Pedro Vieira de Melo, localizada no distrito de Tarilândia, município de Jaru.
Na semana passada, a diretora, a vice-diretora e outros servidores da unidade escolar passaram a ser alvo de ameaças de morte feitas por um homem por meio de áudios divulgados em uma rede social. Nas mensagens, o suspeito afirmava que atiraria contra a diretora e demais funcionários da escola, além de ameaçar pessoas que, segundo ele, estariam praticando bullying contra sua companheira.
Diante da gravidade da situação, a direção da escola acionou a Polícia Militar. O suspeito foi localizado e preso, e depois liberado sob uso de tornozeleira eletrônica.
Entretanto, causava indignação a situação de insegurança no ambiente escolar. Some-se a isso o fato de parte do muro da Escola estar caído.
Graças à intervenção do SINTERO, uma equipe da PM compareceu à Escola e registrou boletim de ocorrência. A partir daí, a força de segurança tem buscado manter os representantes do sindicato informados do patrulhamento no ambiente escolar.
O SINTERO notificou a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), o Conselho de Educação, a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (SESDEC), a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO), e o Gabinete de Articulação para Efetividade da Política da Educação em Rondônia (GAEP-RO).
O SINTERO permanece com o compromisso permanente com a defesa da vida, da segurança e da valorização dos trabalhadores e trabalhadoras em educação. O sindicato continuará acompanhando o caso, cobrando das autoridades a adoção de medidas efetivas para garantir a segurança nas escolas públicas de Rondônia.
Nenhum servidor ou servidora da educação pode exercer sua profissão sob ameaças, intimidação ou medo. Defender a categoria é nossa missão.