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Governo do Estado não cumpre compromisso firmado com os trabalhadores em educação

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O reajuste de 6% em janeiro de 2015 fez parte de um pacote firmado pelo governo em 2013 como uma das condições para a suspensão da greve de trabalhadores em educação.

O salário de janeiro dos trabalhadores em educação estaduais foi pago na sexta-feira, dia 23/01, sem o reajuste de 6%, objeto de um compromisso feito pelo governo do Estado com a categoria ainda em 2013.

Assim, o governador Confúcio Moura inicia o seu segundo mandato descumprindo um dos seus principais compromissos com a maior parcela do funcionalismo público estadual.

O reajuste de 6% em janeiro de 2015 fez parte de um pacote firmado pelo governo em 2013 como uma das condições para a suspensão da greve de trabalhadores em educação, que durou aproximadamente 50 dias.

O documento contendo todos os itens do compromisso foi assinado pelos integrantes da Mesa de Negociação Permanente – MENP, a linha de frente do governo nas negociações com os sindicatos.

Na oportunidade o Sintero insistiu para que esse reajuste fosse pago em 2014, pois referia-se à reposição do índice inflacionário de 2013.

O governo, alegando dificuldades financeiras e o inchaço da folha de pagamento, disse que tal reajuste só poderia ser pago em 2015, firmando, então, o compromisso.

Diante do descumprimento do compromisso pelo governo, a direção so Sintero já solicitou uma audiência com a secretária de Estado da Educação, Fátima Gavioli, e com o governador Confúcio Moura para cobrar o reajuste.

Os representantes dos trabalhadores em educação destacam que esse reajuste não tem nada a ver com a pauta de reivindicações de 2015, aprovada durante assembleia da categoria realizada em dezembro.

“Vamos cobrar o reajuste de 6%, que já era um compromisso do governador com os trabalhadores em educação, e vamos buscar uma negociação visando ao atendimento da pauta de reivindicações de 2015”, disse Manoel Rodrigues da Silva, presidente do Sintero.

Segundo Manoel Rodrigues, a audiência deverá acontecer antes do início do ano letivo de 2015, e logo após o encontro, o Sintero vai convocar assembleias em todo o Estado para que os próprios trabalhadores em educação avaliem a situação e discutam estratégias de luta.

Fonte: Assessoria